quinta-feira, 3 de abril de 2014

terça-feira, 18 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

RODA BBB DE MARÇO DE 2014

Voltamos 2014 com nosso tão esperado encontro entre mulheres, bebês e suas famílias. Momento delicioso de compartilharmos desejos e experiências.
Esperamos vcs lá!


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A prática obstétrica da enfermeira no parto institucionalizado: uma possibilidade de conhecimento emancipatório

Resumo do artigo de Maysa Luduvice, Maria Aparecida Vasconcelos Moura e Ivis Emília de Oliveira, publicado na revista Texto e Contexto.

Pesquisa qualitativa, que objetivou analisar os sentidos atribuídos pelas enfermeiras às mudanças de sua prática obstétrica, utilizando o método produção de sentidos no cotidiano - práticas discursivas, proposto por Mary Spink. Dados coletados por entrevista individual, semiestruturada, com 16 enfermeiras obstétricas, em maternidades públicas - Rio de Janeiro, Brasil. Foram analisadas com os conceitos de travessia de fronteiras e constelações de poder de Boaventura Santos. Os sentidos atribuídos pelas enfermeiras às práticas obstétricas evidenciaram uma transformação em processo no âmbito do conhecimento obstétrico e das práticas na perspectiva da desmedicalização. Fronteira, lugar de transição paradigmática de novas práticas surge em relações emancipatórias com as mulheres. Concluímos que experimentar novas práticas envolve superação dos limites conhecidos para encontrar autonomia, configurando-se um conhecimento e prática com possibilidades emancipatórias. Travessias, nessa direção, se dão pela ousadia de buscar e experimentar o novo, transgredir o limite e aproveitar os espaços abertos na constelação de poderes.
Keywords : Saúde da mulher; Enfermagem obstétrica; Humanização do parto.

GOMES, Maysa Luduvice; MOURA, Maria Aparecida Vasconcelos  e  SOUZA, Ivis Emília de Oliveira. A prática obstétrica da enfermeira no parto institucionalizadouma possibilidade de conhecimento emancipatório. Texto contexto - enferm.[online]. 2013, vol.22, n.3, pp. 763-771. ISSN 0104-0707.

Para ler o artigo na íntegra acesse: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-07072013000300024&script=sci_abstract&tlng=pt

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

RODA BBB DE OUTUBRO DE 2013

Queridas(os),
Com o intuito de apoiar a Marcha pela Humanização do Parto, que ocorrerá no próximo sábado, dia 19/10 ás 10h, estamos transferindo a RODA DE BARRIGAS, BEBÊS E BIGODES - BBB. Portanto, não haverá o grupo do dia 19/10, conforme estava marcado em nosso Blog!!!

Segue o convite com o novo dia e horário. 

Esperamos vê-los lá!!!


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Aromaterapia na Sala de Parto: Boas práticas e utilizações mais recentes

Imagem pertencente à mdemulher.abril.com.br


Óleo essencial de lavanda na massagem lombar e abdominal

A utilização do óleo essencial de lavanda, agregado ao óleo vegetal de semente de uva ou girassol para realizar massagem relaxante durante o trabalho de parto, é uma prática amplamente executada durante as contrações uterinas, período em que a parturiente sente maior desconforto. As mulheres verbalizam tranquilidade e algumas relatam diminuição do estado de consciência, favorecendo a progressão do parto e o desapego à sensação dolorosa.

Óleo vegetal de castanha do pará na proteção perineal

Em parturientes onde a lubrificação vaginal encontra-se diminuída, seja pelo estado fisiológico ou emocional vivenciado no período gestacional, o óleo vegetal de castanha do pará lubrifica o períneo, prevenindo as lacerações de trajeto durante o parto. Observamos também que em períodos expulsivos prolongados, o uso do óleo vegetal de castanha do pará auxilia o desprendimento do pólo cefálico. A massagem no assoalho pélvico também favorece a “força de puxo” durante o período expulsivo.

Gel de aloe vera ou gel puro e os óleos essencias de lavanda, sálvia e gerânio, um poderoso acelerador

A combinação do gel aos óleos de lavanda, sálvia e gerânio aliados a uma massagem na região do abdomen estimulam as contrações uterinas, coordenando-as. As contrações uterinas regulares favorecem a progressão do trabalho de parto, proporcionando à enfermeira obstetra uma estimativa do tempo deste trabalho de parto, fortacelendo as próximas condutas e decisões.

O óleo vegetal no exame de toque vaginal, diminuição da sensação dolorosa

Os exames de toque vaginal durante o trabalho ajudam a enfermeira obstetra na avaliação da parturiente, detectando possíveis dificuldades para o bom andamento do trabalho de parto. O toque vaginal é necessário no ambiente hospital, porém, como é realizado a cada duas horas, causa desconforto. Seu principal motivo é a falta de lubrificação do canal vaginal. Observamos que com uma pequena quantidade de óleo vegetal entre os dedos do examinador, o toque torna-se mais rápido e menos doloroso. Esta prática está agregada ao aumento do vínculo entre enfermeira e parturiente. A mulher sente-se amplamente cuidada.



Enfª Alexandra Celento

terça-feira, 8 de outubro de 2013

RODA BBB NITERÓI DE OUTUBRO DE 2013

Confira um pouquinho deste encontro que falou sobre o tema: Sexualidade na Gestação e no Pós-parto.